TRE-AC é reconhecido por atuação no Registre-se! Eleitoral
Representantes do CNJ visitam o Tribunal e destacam resultados das ações voltadas à inclusão de jovens em medida socioeducativa

O Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) recebeu, nesta sexta-feira, 20, a visita das representantes do Programa Fazendo Justiça (CNJ/PNUD), Adriana Marceli Motter e Tárcia Brito, em um gesto de reconhecimento e agradecimento pela parceria na execução do programa “Registre-se! Eleitoral” no estado.
Durante a visita institucional, as representantes conheceram o Centro de Memória do TRE-AC e dialogaram sobre os resultados alcançados com a iniciativa, que promoveu a emissão de títulos de eleitor e rodas de conversas sobre o voto consciente para adolescentes e jovens em cumprimento de medida socioeducativa, ampliando o acesso à cidadania e ao exercício do voto.
A visita foi acompanhada pela secretária da Escola Judiciária Eleitoral (EJE), Ana Cátia, pela servidora Sheila Carvalho — que atuou diretamente nos atendimentos junto aos socioeducandos — e por Cleilton Costa, da Corregedoria Eleitoral.
A ação do “Registre-se! Eleitoral”, realizada entre os dias 16 e 19 de março, em unidades socioeducativas de Rio Branco, contou com a participação do TRE-AC na oferta de serviços eleitorais e atividades educativas. Ao todo, foram atendidos 44 adolescentes, com idades entre 15 e 18 anos, incluindo a emissão do primeiro título de eleitor, além de orientações sobre a importância do voto e da participação democrática.
A iniciativa integra uma mobilização nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF), com apoio técnico do programa Fazendo Justiça. No Acre, a ação foi articulada pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), em parceria com o TRE-AC e o Instituto Socioeducativo.
Ao reconhecer o trabalho desenvolvido no estado, a assessora técnica do programa Fazendo Justiça, Tárcia Brito, destacou a relevância da iniciativa. “É fundamental para o acesso às políticas públicas e à rede de proteção social. Hoje, o título de eleitor garante cidadania e o exercício democrático”, afirmou.


